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06/03/2018

Como eles se entopem de cerveja e ganham muitas medalhas de ouro nos Jogos de Inverno?

Enquanto Simon Schempp, biatleta da Alemanha, treinava para os Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, na Coreia do Sul, ele segurava uma latinha de cerveja. Afinal, como a maioria dos habitantes de seu país, ele aprecia (e muito!) o gosto da bebida.

Nas disputas das modalidades, a cena se repetia… e, mesmo assim, os alemães ganhavam muitas medalhas – Schempp, por exemplo, ficou com a prata nos 15km do último domingo.

Mas como eles conseguiam essa proeza?

Porque não era uma cerveja qualquer. As latas que os atletas da Alemanha tomavam eram não-alcoólicas, que funcionam como um repositor de energias – a mesma função de um isotônico como o “Gatorade” ou o “Powerade”, duas das marcas mais conhecidas do ramo.

“É realmente muito bom tomar uma latinha logo depois do treino ou mesmo depois da competição”, comentou Schempp, em entrevista ao jornal norte-americano The New York Times.

Johannes Scherr, médico da equipe de esqui da Alemanha na Olimpíada de Inverno, endossa o comentário do medalhista. Segundo ele, quase todos os atletas bebem cerveja sem álcool durante os treinamentos.

Para ajudar na reposição de energia dos alemães, a empresa Krombacher forneceu 3,5 mil litros (mais ou menos mil galões) para deixar na vila dos atletas.

E tudo isso parece dar certo. Afinal, a Alemanha está empatada na primeira colocação em relação a medalhas de ouro – são onze, mesmo número da Noruega, que possui mais no total.

“Tudo foi bastante surpreendente para nós. Muitas companhias tentaram associar cerveja, especialmente não alcoólica, com esporte. Mas não havia nenhum fundo científico nisso”, afirmou Schempp, que, além de biatleta, ensina Medicina do Esporte na Universidade Técnico de Munique.

Ele, inclusive, publicou os resultados obtidos no jornal “Medicine & Science in Sports & Exercise”.

Fonte: ESPN

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