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31/10/2018

Dez fatos sobre o mercado de trabalho da Alemanha

 

 

 

 

 

 

 

 

Por: Helen Sibum – Fonte: www.deutschland.de – Acessado em: 31-10-2018

Alemanha é conhecida no mundo sobretudo como polo industrial. Mas quantas pessoas ainda trabalham no setor de produção? E que temas de futuro preocupam a Alemanha, quando se trata de empregos? “deutschland.de” relaciona dez fatos importantes sobre o mercado de trabalho – e também analisa um clichê.

  1. Cerca de 44,3 milhões de pessoas na Alemanha possuíam um emprego em 2017 – um pouco mais que a metade da população total. O número de pessoas empregadas aumentou continuamente nos últimos dez anos. Isso é decorrente também da imigração de mão de obra.
  2. Em comparação com outros países da União Europeia, muitas mulheres seguem carreira profissional na Alemanha: em 2017, eram 18,4 milhões. Isso corresponde a mais de 75 % das mulheres com idade entre 20 e 64 anos. Na UE, somente a Suécia e a Lituânia têm uma cota mais elevada. Contudo, a maioria das mulheres na Alemanha trabalha em regime de meio expediente.
  3. Quase três quartos de todas as pessoas empregadas na Alemanha trabalham no setor de serviços, que cresceu ainda mais nos últimos anos. Ao contrário disso, cada vez menos pessoas trabalham no setor de produção – em 2017, foram cerca de 24 % das pessoas empregadas. O trabalho na agricultura só ocupa agora um pouco mais de um por cento da mão de obra.
  4. Na prestação de serviços, os ofícios manuais desempenham um papel importante, mesmo que se trate geralmente de pequenas empresas. Em cerca de um milhão de empresas de ofícios manuais, trabalhavam em 2017 cerca de 5,5 milhões de pessoas – mais de doze por cento de toda a mão de obra.
  5. Cada vez mais pessoas idosas têm um emprego na Alemanha: em 2016, eram cerca de 15 % do grupo etário de 65 até 69 anos. Dez anos antes, apenas sete por cento das pessoas mais velhas ainda trabalhavam depois de atingir a idade regular de aposentadoria.
  6. O desemprego na Alemanha está diminuindo. Em 2017, a taxa de desemprego era de 5,7 %. Com isso, o número de pessoas sem emprego foi menor que nunca, desde a reunificação do país em 1990.
  7. A Alemanha tem a mais baixa taxa de desemprego juvenil na UE. Em 2016, sete por cento dos jovens entre 15 e 24 anos estavam sem ocupação. A média da UE era de quase 19 %.
  8. Quase um quinto dos empregos na Alemanha está ameaçado pela digitalização. Isso foi calculado pela OCDE. Segundo o estudo, 18 por cento dos empregos na Alemanha estão sujeitos a um “alto risco de automatização”.
  9. Um tema muito discutido na Alemanha é a iminente carência de pessoal especializado. Até 2030, cerca de três milhões de empregos poderão permanecer vagos, segundo um estudo dos pesquisadores econômicos da consultoria Prognos. Entre outros, faltam médicos e pessoal de enfermagem.
  10. Os alemães são tidos como muito esforçados – mas, na verdade, eles trabalham relativamente pouco: em 2017, a média foi de 1356 horas de trabalho. Em nenhum outro país da OCDE, a carga horária de trabalho foi tão baixa. Esse valor decorre do número relativamente alto de dias de férias e de feriados e também do grande número de mulheres que trabalham em regime de meio expediente.
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