(41) 3093-9397 (11) 2844-1889 (41) 98780-0910 (41) 98780-0910

Notícias

 
27/11/2018

Mais mão de obra especializada para o país

Mais mão de obra especializada para o país

Fonte: dpa; tradução: deutschland.de – Acessado em: 27-11-2018

Berlim (dpa) – A coalizão governamental chegou a um acordo sobre o projeto da lei de imigração de mão de obra especializada. Em 19 de dezembro, o gabinete ministerial tomará uma decisão sobre isso.

O governo federal alemão pretende abrandar as regras para estrangeiros de fora da UE, que desejam trabalhar na Alemanha. Estão planejadas também novas regras para os requerentes de asilo, que tiveram seus pedidos negados, mas já trabalham na Alemanha.

 

 

  • No futuro, poderão trabalhar na Alemanha todos os que possuam um contrato de trabalho e puderem provar que possuem uma qualificação reconhecida.
  • Quem possuir uma formação profissional, poderá entrar no país por um período máximo de seis meses, a fim de procurar um emprego. A pessoa terá de provar que pode custear o próprio sustento durante esse período.
  • Os formandos de escola alemã no exterior e estrangeiros com bons conhecimentos de alemão que possuírem um certificado de conclusão escolar equivalente aos certificados escolares alemães, poderão vir para o país por alguns meses, a fim de buscar uma vaga de formação profissional. Isso só é válido, contudo, para candidatos com o máximo de 24 anos de idade.
  • Serão abrandadas as regras de tolerância para a formação profissional. Isso possibilitará que requerentes de asilo, cujo pedido foi negado, que gozem de tolerância, não poderão ser extraditados durante o seu aprendizado e poderão ainda trabalhar dois anos na Alemanha, depois da conclusão do curso.
  • Para os requerentes de asilo que tiveram seus pedidos indeferidos, mas que já trabalhem na Alemanha, deverá haver uma “tolerância de ocupação” durante dois anos. Condição prévia para isso é que eles possam garantir o próprio sustento, já tenham trabalhado um ano e meio com uma jornada semanal de trabalho de 35 horas no mínimo e estejam registrados no sistema de seguridade social.
Compartilhe:

voltar

Compartilhe no WhatsApp