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16/03/2018

Quatro endereços de Leipizig que nenhum fã de música clássica deveria deixar de ver

Maior cidade da Saxônia e palco da Revolução Pacífica, movimento dos anos 80 que contribuiu para queda do Muro de Berlim, a bela Leipzig é considerada o berço alemão da música clássica e abriga museus dedicados a nomes como Sebastian Bach, Felix Mendelssohn, Robert Schuman e o norueguês Edvard Grieg.

Esta cidade alemã que, foi um dos mais importantes  centros culturais, acadêmicos e políticos da Europa do século 18, é endereço da Rota da Músca de Leipzig” (Leipziger Notenspur, em alemão), um roteiro a pé com cinco quilômetros que leva viajantes fãs de músicas clássica para visitar residências e museus dedicados aos clássicos da música erudita.

BACH MUSEUM

Foi em Leipzig que Johann Sebastian Bach (1685-1750) realizou alguns dos seus trabalhos mais importantes como a composição de “Paixão segundo São Mateus”.

Nascido em Eisenach, Bach morou em Leipzig durante 27 anos e exerceu o ofício de chantre do coro da Thomaskirche, igreja que presta homenagem ao compositor com uma estátua do lado de fora, seu rosto estampado em vitrais internos e os restos mortais que repousam no local.

O museu dedicado a Johann Sebastian Bach fica na Bosehaus, residência de Georg Heinrich Bose, um rico comerciante que morava com a família em frente da casa de Bach.

Sua fachada do século 16 e colunas toscanas abriga um acervo com peças como seu órgão do século 18 (Bach era considerado um grande especialista em órgãos) e a Sala do Tesouro com objetos que devem ser substituídos, frequentemente, por conta de sua fragilidade como as partituras escritas pelo próprio Bach.

Destaque também para o espaço multimídia que permite ao visitante ouvir instrumentos usados por Bach em uma orquestra barroca virtual exposta em uma das salas.

SCHUMANN VEREIN

Localizado próximo ao centro histórico  de Leipzig, este museu simples está localizado na casa que abrigou o casal Robert e Clara, entre 1840 e 1844.

Robert Schumann (1810-1856) e sua esposa pianista são lembrados com um acervo pequeno com roupas e móveis da época, um piano quadrado da primeira metade do século 19 que pertenceu ao pai de Clara, Friedrich Wieck.

Destaque para o salão onde aconteciam apresentações musicais, considerado a melhor sala de música de câmara de Leipzig.

Foi nesta casa que Schumann compôs a “Sinfonia Nº 1”, sua primeira sinfonia,  e costumava receber visitas como Franz Liszt, Richard Wagner e Mendelssohn.

MENDELSSOHN-HAUS

Felix Mendelssohn (1809-1847), nascido em Hamburgo, é homenageado neste casarão de estilo Neoclássico onde passou os dois últimos anos de sua vida, entre 1845 e 1847.

O destaque é a Effektorium, sala multimídia com 13 colunas que representam a família de instrumentos das obras do compositor, onde o visitante pode reger uma orquestra digital, controlando items como acústica, vozes do coro, número de instrumentos e volume do som e até a luz da sala.

O museu abriga também partituras originais, mobiliário original da época como a sala de estudos do músico e as aquarelas feitas por Mendelssohn durante suas viagens à Suíça.

EDVARD GRIEG MEMORIAL

O norueguês Edvard Grieg (1843-1907) é homenageado neste memorial instalado no mesmo endereço que abrigou a C.F. Peters, em funcionamento desde 1800 e considerada uma das editoras de música mais antigas do mundo.

O local possui um museu discreto com objetos pessoais e trabalhos realizados por ele. Foi ali que Grieg compôs Peer Gynt, uma de suas suítes mais famosas, escrita como trilha para a peça homônima de Henrik Ibsen.

Fonte: Viagem em Pauta

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